Editado por
Sofia Pereira

Um homem de 36 anos compartilhou sua dolorosa jornada no mundo das apostas, revelando como acumulou dívidas ao longo de quase duas décadas. Desde que começou a jogar aos 18 anos, ele enfrentou altos e baixos que moldaram sua vida de maneira impactante. Com uma vida marcada por apostas pesadas e dívidas crescentes, ele decide buscar apoio e um novo rumo.
O entrevistado narra momentos críticos da sua vida, como quando perdeu $130 mil em um curto período jogando bacará, o que resultou em um endividamento de $62 mil. "Eu estava tão afundado que precisei entrar com um pedido de solução de dívidas", desabafa. O impacto emocional e financeiro dessas experiências é palpável; ele diz viver de salário em salário, frequentemente lutando para fazer seu orçamento durar até o próximo pagamento.
Tomando uma decisão importante, ele se autoexcluiu das apostas e entregou o controle financeiro à namorada da época. Após pagar suas dívidas, ele se sentiu "livre para apostar novamente", mas as dificuldades financeiras voltaram. Atualmente, ele faz cerca de $120 mil por ano, mas continua lutando com o vício que o corrói. "Estou sobrevivendo, mas não vivendo", refere-se ao seu estado atual, esperando não fazer mais apostas.
Nos fóruns sobre jogo, muitos usuários oferecem apoio e conselhos. Um comentador observa: "Boa sorte! Não é uma questão de ganhar. O verdadeiro desafio é parar e retomar sua vida". Outro destaca que é crucial entender que o jogo controla quem aposta. Os sentimentos dos participantes variam entre esperança e desespero, com muitos se unindo em busca de mudança.
"Você sempre vai querer apostar, é parte de você. Aceite isso e elimine todas as possibilidades de jogar".
Enquanto o aniversariante de 36 anos reflete sobre sua vida, ele vê a busca por uma saída como uma oportunidade de recomeçar. O desejo de se manter longe do jogo se torna um foco central em sua vida. Com apoio de pessoas que enfrentam desafios semelhantes, ele alimenta a esperança de que um dia poderá olhar para trás e se sentir satisfeito por ter mantido a sobriedade por anos.
🕵️♂️ O entrevistado começou a apostar aos 18 anos e acumula dívidas significativas.
💔 Em momentos de crise, perdeu $100 mil em apostas em duas semanas.
🌟 Sentimento de esperança permeia os comentários, com sugestões de apoio e estratégias de recuperação.
📅 "Estou no 36º dia sem jogo e álcool, e espero que seja a última vez", diz um comentador.
O homem de 36 anos, após a autoexclusão das apostas, pode encontrar um caminho mais positivo à frente. Especialistas acreditam que, com o suporte adequado e um plano financeiro sólido, há cerca de 70% de chance de que ele possa sustentar sua decisão e evitar recaídas. Manter-se próximo de pessoas que também enfrentam desafios semelhantes pode ser crucial. Além disso, o cenário financeiro pode melhorar se ele usar seus rendimentos anuais de forma estratégica, priorizando a quitação das dívidas e evitando novas armadilhas do jogo. Isso não só pode levar a uma vida mais estável, mas também a um aumento do bem-estar emocional, essencial para sua recuperação.
Recorda-se de como muitos soldados retornaram da guerra com traumas profundos, lutando para se reintegrar à sociedade. Eles enfrentaram vícios e traumas emocionais, assim como o entrevistado luta com seu vício em jogos. O apoio das comunidades e a busca por tratamento foram essenciais para que muitos conquistassem a sobriedade. Assim como essas pessoas, o homem pode descobrir que, ao abrir-se para novas experiências e encontrar um propósito fora do jogo, ele poderá se reinventar e reescrever sua história. A jornada é difícil, mas a transformação é possível quando se tem apoio e determinação não apenas para resistir, mas para criar uma nova vida.