Por
Carlos Silva
Editado por
João Silva

Uma nova regra de dedução de perdas em apostas, que entra em vigor a partir de 2026, levanta preocupações entre apostadores. A partir desse ano, os lucros são considerados na totalidade, enquanto as perdas são dedutíveis apenas em 90%. Isso pode resultar em um imposto sobre rendimentos não reais.
Com a nova regra, um apostador que ganha R$ 100.000 e perde R$ 100.000 não deve pagar impostos, certo? Não é bem assim. Como as perdas são deduzidas em 90%, o sistema tributário pode classificar esse apostador como tendo um rendimento tributável de R$ 10.000. Isso é uma renda fantasma, ou seja, um imposto sobre o que não foi realmente ganho.
"Impostos deveriam focar nos lucros, não no volume de apostas", afirmou um comentarista.
As reações em fóruns e grupos online refletem descontentamento com a nova legislação. Muitos questionam a lógica dessa abordagem, especialmente se as apostas são amplamente promovidas e legalizadas.
Alegações de Injustiça: "Como pode alguém ser taxado por um dinheiro que não está no bolso?" – questiona um apostador.
Desinformação: Outro usuário menciona que a IRS nem sempre tem conhecimento dos ganhos ou perdas dos apostadores.
Reação Política: Há uma crescente pressão em Congressos para reverter essa regra. Apostadores incentivam outros a contatar seus representantes.
Se você é um apostador, considere fazer sua voz ser ouvida. A comunicação com representantes do governo pode ser realizada rapidamente. Proponentes sugerem:
Pesquisar e encontrar seu representante
Visitar sites oficiais dos senadores
Destacar o problema tributário ao abordar as autoridades
Os principais pontos de discussão incluem:
🔺 90% das perdas dedutíveis pode levar a uma tributação injusta.
🔻 Demandas por revisão legislativa ganham força.
💬 "Esta política é absurda e precisa ser mudada antes de afetar todos os apostadores."
Curiosamente, a falta de resposta da indústria do jogo e do governo pode amplificar ainda mais a frustração entre os apostadores. Estar informado e engajado nas mudanças na legislação pode fazer a diferença.
Com a nova regra de dedução de perdas em jogos de azar, há uma forte possibilidade de que a insatisfação entre apostadores leve a um aumento na pressão sobre as autoridades fiscais para rever a legislação. Especialistas estimam que aproximadamente 60% dos apostadores afetados possam buscar apoio junto a seus representantes, criando um movimento organizado por justiça fiscal no setor de apostas. Se essa tendência continuar, é possível que uma proposta de revisão do sistema tributário surja nas discussões do Congresso nas próximas semanas, abrindo espaço para ajustes que visem proteger os apostadores de tributação injusta.
Um paralelo revelador pode ser encontrado na famosa batalha de grupos de trabalhadores contra o imposto sobre o rendimento no início do século XX. Àquela época, cortesia de um sistema que desprezava as reais condições econômicas, muitos cidadãos viam suas rendas taxadas com base em expectativas irrealistas e não em ganhos efetivos. Assim como os apostadores de hoje, esses trabalhadores formaram um movimento que buscava não apenas justiça fiscal, mas um entendimento mais profundo do que significa um imposto justo. A história sugere que, quando organizada, a voz do povo pode fazer mudanças significativas, mesmo em face a regras que parecem injustas.